Postagens sobre acidentes
Um 727 cai na Colômbia e deixa 5 mortos.
Em Bogotá Cinco pessoas morreram nesta terça-feira e uma ficou ferida após a queda de um avião de carga logo em seguida a decolagem do Aeroporto Germán Olano, em Puerto Carreño, capital do departamento de Vichada, na Colômbia e fronteira com a Venezuela, segundo informações da Aeronáutica Civil Colombiana (Aerocivil).
A aeronave de carga, do tipo 727, de matrícula HK4544, pertencia a empresa Aerosucre e se acidentou "três minutos após ter decolado " de Puerto Carreño, disse a Aerocivil através de um comunicado .
Entre os falecidos estão o capitão do avião, copiloto, engenheiro de voo, despachante e um operador de empilhadeira.
A informação acrescenta que o único sobrevivente foi identificado como Diego Armando Vargas Bravo, técnico de voo, que foi levado para o hospital San Juan de Deus, em Puerto Carreño, e nas próximas horas será transferido para Bogotá em um avião da Força Aérea Colombiana (FAC).
Avião Chapecó
No dia 29/11/2016, o avião com o tima da Chapecoense caiu perto do Aeroporto Internacional de Medellín, na Colômbia.
O voo partiu na noite de segunda-feira de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, em direção a Medellín. Em coletiva de imprensa, Julio César Varela, da Direção Geral de Aeronáutica Civil boliviana, disse que o avião decolou em "perfeitas condições".
partiu na noite de segunda-feira de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, em direção a Medellín. Em coletiva de imprensa, Julio César Varela, da Direção Geral de Aeronáutica Civil boliviana, disse que o avião decolou em "perfeitas condições".
O Comitê de Operação de Emergência (COE) e a gerência do aeroporto informaram que a aeronave se declarou em emergência por falha técnica às 22h (local) entre as cidades de Ceja e La Unión.
O diretor da Aeronáutica Civil, Alfredo Bocanegra, explicou à Rádio Nacional da Colômbia que, embora chovesse e houvesse neblina na região, o aeroporto Rionegro estava operando normalmente. Segundo ele, aparentemente foram falhas elétricas que causaram o acidente. O piloto relatou problemas à torre de controle do aeroporto de Santa Cruz, na Bolívia.
Mais cedo, a imprensa colombiana chegou a cogitar como causa a falta de combustível, mas também informou que o piloto despejou combustível após perceber que o avião iria cair.
O Diretor Geral da Unidade Nacional para Gestão de Risco e Desastres colombiana, Carlos Iván Márquez Pérez, disse que as operações de busca e resgate foram encerradas com o seguinte balanço: 6 feridos e 71 mortos.
Anteriormente a Aeronáutica Civil havia informado que 72 corpos foram resgatados, mas o órgão já corrigiu a informação para 71. Os corpos serão levados para uma base da Força Aérea, de onde seguirão para o Instituto Médico Legal de Medellín.
Percurso:
O avião da LaMia, matrícula CP2933, decolou de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, com destino a Medellín com a delegação do time, jornalistas e convidados. Segundo as autoridades colombianas, a lista do voo tinha 81 nomes: 72 passageiros e 9 tripulantes.
No entanto, a relação inclui quatro pessoas que não embarcaram e estão vivas. Não há confirmação se outras pessoas embarcaram no lugar delas. Seis funcionários da Fox Sports, entre eles o ex-jogador e comentarista Mário Sérgio, estavam no avião.
As duas caixas-pretas da aeronave foram encontradas. As autoridades britânicas anunciaram o envio à Colômbia de três investigadores para analisar a cena do acidente - o avião da companhia boliviana LaMia foi fabricado pela British Aerospace.
À todos os Familiares das vítimas nossas condolênciasde todos aqui do site
Queda de avião mata oito pessoas em município de Londrina, no Paraná.
Infelizmente ontem, 31/07, caiu um Piper Navajo no final da cabeçeira da pista do Aeroporto de Londrina, no Paraná.
A Aeronave era um Piper Navajo tinha decolado do Aeroporto Marechal, no Mato Grosso perto das 21H, ele caiu em um barracão da empressa Excellence Transportes, no bairro Jardim Novo Bandeirantes.
Entre os mortos, além do piloto e co-piloto, estão parentes do presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores Celetistas nas Cooperativas no Brasil (Fenatracoop), Mauri Viana Pereira: duas filhas, um neto, a ex-mulher, o irmão e a cunhada.
Segundo a Fenatracoop, o avião que caiu pertencia à instituição e estava com a manutenção em dia. No momento do acidente, o presidente Mauri Viana viajava com esposa, filha e genro em outro avião, um Baron, que decolou minutos antes do Navajo com destino a Caldas Novas, em Goiás.
Concorde
O Voo Air France 4590 correspondia a um voo regular da companhia Air France, de Paris a New York, feito com uma aeronave modelo Concorde.
O dia 25 de julho de 2000 ficou marcado na história aeronáutica pela ocorrência de um acidente envolvendo essa rota. Um vazamento de combustível devido à ruptura do tanque n.º 5 provocou um grande incêndio sob a asa esquerda da aeronave. Depois de uma sequência de falhas, a aeronave não conseguiu ganhar altitude e caiu instantes depois da decolagem.
Após o acidente, o Concorde sofreu algumas modificações e 15 meses depois do acidente ele voltou ao serviço de passageiros. Porém, em 10 de abril de 2003, Air France e British Airways decidiram juntas encerrar os voos comerciais do Concorde. A Air France encerrou os voos do Concorde em 31 de maio de 2003 enquanto que a British Airways encerrou os voos em 24 de outubro de 2003.
Causa do acidente: Dano causado por peça de outro avião
Mortos: 113 (109 no avião, 4 em solo)O Voo Air France 4590 correspondia a um voo regular da companhia Air France, de Paris a New York, feito com uma aeronave modelo Concorde.
O dia 25 de julho de 2000 ficou marcado na história aeronáutica pela ocorrência de um acidente envolvendo essa rota. Um vazamento de combustível devido à ruptura do tanque n.º 5 provocou um grande incêndio sob a asa esquerda da aeronave. Depois de uma sequência de falhas, a aeronave não conseguiu ganhar altitude e caiu instantes depois da decolagem.
Após o acidente, o Concorde sofreu algumas modificações e 15 meses depois do acidente ele voltou ao serviço de passageiros. Porém, em 10 de abril de 2003, Air France e British Airways decidiram juntas encerrar os voos comerciais do Concorde. A Air France encerrou os voos do Concorde em 31 de maio de 2003 enquanto que a British Airways encerrou os voos em 24 de outubro de 2003.
Causa do acidente: Dano causado por peça de outro avião
Mortos: 113 (109 no avião, 4 em solo)
Aviões da Marinha se chocam durante treinamento para Olimpíada
Um caça da Marinha do Brasil caiu no mar ao colidir com outra aeoronave durante um treinamento militar para os Jogos Olímpicos nesta terça (26), no Rio de Janeiro. O piloto conseguiu ejetar-se do aparelho, mas continua desaparecido. O outro avião, danificado, pousou na Base Aeronaval de São Pedro D'Aldeia.
O acidente aconteceu a 25 milhas (40.23360 km) da costa,,na altura perto de Saquarema, região dos Lagos no Rio de Janeiro.
A Força Aérea da Marinha lamentou o ocorrido:
"A Marinha deu início às buscas pelo piloto e está prestando todo o apoio necessário à família do militar. O acidente aconteceu quando a aeronave retornava de exercícios operativos e suas circunstâncias estão sendo apuradas."
A operação de busca e salvamento envolve cinco helicópteros e dois navios - um deles a fragata Liberal. Um inquérito foi aberto para apurar as causas do acidente.
Funcionário morre esmagado por avião no Aeroporto de Porto Alegre
Infelizmente um funcionário da campanhia aérea Latam morreu na Segunda-Feira, dia 11, depois de ter sido esmagado por um rodado ( uma estrutura que prende duas rodas) de um avião no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre.
Segundo a Polícia Civil, que investiga o caso, Adriano Luiz Schuck, de 34 anos, chegou a ser atendido no Hospital Cristo Redentor, mas não resistiu
O delegado Cleber Ferreira, responsável pelo caso, acredita que um "erro de comunicação" entre funcionários responsáveis por manobrar a aeronave tenha provocado o acidente. Ele explicou que um mecânico fica na cabine para pedir autorização para a torre de controle para mover a aeronave por meio de um reboque, enquanto o outro funcionário é responsável pela movimentação.
"Ele [Adriano] estava no trem de pouso, e o rodado esquerdo da aeronave dilacerou toda a perna esquerda. Ele acabou falecendo", disse o delegado, que não acredita que algum crime tenha sido cometido, mas segue investigando o caso. "É claro que a situação é incomum, então temos que ver se houve mesmo essa falha de comunicação, inadvertidamente, ou se tratou de uma imperícia ou imprudência", disse.
Por meio de nota, a Latam diz que também está investigando o caso. "A LATAM Airlines Brasil lamenta o falecimento do seu funcionário em Porto Alegre. A companhia está investigando as causas deste acidente e solidariza a dor com os seus familiares e amigos, e segue prestando toda a assistência necessária a sua família", diz o texto.
Singapore
Vocês ficaram sabendo do voo SQ-368 da Singapore Airlines?
Então, o Boeing 777 que realizava o voo SQ-368 na rota Singapura para Milão na Itália, nesta segunda-feira, 27 de junho, teve de retornar ao aeroporto de origem após a tripulação detetar uma fuga de óleo no motor direito (#2) da aeronave.
Cerca de duas horas depois da tripulação detetar a fuga,a aeronave realizou um pouso de emergência em segurança no aeroporto de Changi. De acordo com vários sites, no momento que o 777 taxiava fora da pista, foi possível ver uma faísca que causou o incêndio. Parado na taxiway, equipes de bombeiros rapidamente extinguiram o incêndio com os passageiros ainda no interior da aeronave.
A bordo do 777 estavam 222 passageiros e 19 tripulantes que desembarcaram por uma escada, não registrando nenhum ferido.
Kogalymavia
Um Airbus A321 da companhia aérea russa Kogalymavia, com 224 pessoas a bordo, caiu no dia 31/10/2015 no Sinai Egípcio. A aeronave, que decolou de Sharm el-Sheikh, no Egito, seguia para São Petersburgo, na Rússia.
Em Moscou, um funcionário da agência federal russa de aviação Rosaviatsia, Sergei Izvolsky, declarou que o avião, com 217 passageiros e 7 tripulantes a bordo, decolou às 5h51min (hora local) de Sharm el-Sheikh, uma cidade turística no Mar Vermelho, no Sul do Sinai, e estava a caminho de São Petersburgo. A tripulação deveria se comunicar com Larnaca (Chipre), mas isso não foi feito e o avião desapareceu das telas de radar", disse ele em declarações à televisão.
As autoridades da aviação civil perderam contato com a aeronave quando o aparelho estava a 30 mil pés de altitude (9.144 m), segundo um funcionário da autoridade de controle do espaço aéreo do Egito. Isso teria ocorrido 23 minutos depois da decolagem de Sharm el-Sheikh, de acordo com o ministério da Aviação Civil.
O avião caiu no Centro da Península do Sinai, reduto do ramo egípcio do grupo jihadista Estado Islâmico (EI), que cometeu vários ataques às forças de segurança. Mas a alta altitude em que o contato foi perdido com a aeronave torna improvável a hipótese de que ele foi atingido por um foguete ou um míssil, de acordo com especialistas.
Os destroços da aeronave foram localizados em uma área montanhosa na província do Norte do Sinai, segundo anunciou o gabinete do primeiro-ministro egípcio. As equipes de resgate começaram a evacuar as "primeiras vítimas" no início desta tarde, informaram autoridades dos serviços médicos, que não indicaram o estado das pessoas.
"Os aviões do exército encontraram os destroços do avião (...) em uma região montanhosa", anunciou em um comunicado o gabinete do primeiro-ministro Chérif Ismaïl, acrescentando que 50 ambulâncias foram enviadas à região para "evacuar os feridos ou mortos" para hospitais no Cairo e Suez.
O presidente russo, Vladimir Putin, expressou suas "profundas condolências" às famílias das vítimas e ordenou o envio de equipes de emergência russas para o local da queda. O chefe de Estado "deu a ordem ao ministro das Situações de Emergência (...) Vladimir Putchov de enviar imediatamente, em acordo com as autoridades egípcias, aviões do ministério para trabalhar no local do acidente", indicou o Kremlin em um comunicado.
"Estou esperando os meus pais. Eu falei ao telefone com eles quando já estavam no avião, e então ouvi as informações", lamenta Ella Smirnova, uma jovem de 25 anos de idade no aeroporto de Pulkovo, em São Petersburgo. "Vou continuar a esperar até o final. Espero que estejam vivos, mas talvez nunca mais voltarei a vê-los", declarou em meio a outros passageiros à beira das lágrimas. Ambulâncias chegavam no aeroporto de São Petersburgo e as autoridades fretaram ônibus para transportar as famílias das vítimas para um hotel próximo, informou um jornalista.
Acidente aéreo
O último acidente aéreo no Egito foi em janeiro de 2004 e fez 148 mortos, incluindo 134 turistas franceses. Um Boeing 737 da empresa egípcia Flash Airlines caiu no Mar Vermelho, poucos minutos depois de decolar do aeroporto de Sharm el-Sheikh.
Desde o início em 2011 da revolta que derrubou Hosni Mubarak do poder, o turismo está fraco e as autoridades tentam relançar de todas as maneiras esse setor vital da economia egípcia. Apesar da instabilidade política do país e os atentados jihadistas contra as forças de segurança no norte do Sinai, os resorts do Mar Vermelho, no Sul da península, continuam sendo um dos principais destinos turísticos do país e muito frequentados por turistas russos e do Leste europeu, que chegam diariamente a bordo de vários voos fretados.
Malaysia Airlines
O desaparecimento do Boeing 777 de Malaysia Airlines, há dois anos, pouco depois de ter decolado de Kuala Lumpur com destino a Pequim, com 239 pessoas a bordo, ainda é um mistério, indica um relatório publicado nesta terça-feira (8). "Até hoje, os destroços do MH370 ainda não foram descobertos, apesar das contínuas buscas no sul do Oceano Índico", diz um comunicado da equipe internacional de investigação. Pelo segundo ano consecutivo, a equipe de investigadores nada tem para oferecer de novo.
O avião, com o código de voo MH370, partiu de Kuala Lumpur com 239 pessoas a bordo, com destino a Pequim, na madrugada de 8 de março de 2014 e desapareceu dos radares da Malásia aproximadamente 40 minutos depois de ter decolado.
"O desaparecimento do MH370 não tem precedentes e a sua busca tem sido um dos maiores desafios da história da aviação. Equipes de busca trabalham sem descanso numa das zonas mais inóspitas do mundo", afirmou hoje o primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak.
Uma operação, liderada pela Austrália, em que também participa a Malásia e a China, prevê terminar, em junho, os trabalhos em uma área de 120 mil quilometros quadrados numa zona remota do Índico. O aparecimento, no ano passado, de um fragmento na ilha francesa de Reunião, figura como o único vestígio confirmado do avião descoberto até ao momento.
Ontem, as autoridades aeronáuticas de Moçambique entregaram, em Maputo, a um grupo de peritos uma peça encontrada no sul do país que pode pertencer ao avião da Malaysia Airlines.
O presidente do Instituto de Aviação Civil de Moçambique, João Abreu, disse à Agência Lusa que a peça, encontrada por um turista norte-americano, ia seguir para análises na Austrália, considerando prematuro estabelecer uma ligação entre a peça e o avião desaparecido.
Gol Linhas Aéreas
O Voo Gol 1907 (ICAO: GLO 1907) foi uma rota comercial doméstica, operada pela Gol Linhas Aéreas Inteligentes, utilizando um Boeing 737-8EH. Em 29 de setembro de 2006, a aeronave partiu do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus, com destino ao Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, e previsão de uma escala no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília. Enquanto sobrevoava o estado de Mato Grosso, colidiu no ar com um Embraer Legacy 600. Todos os 154 passageiros e tripulantes a bordo do Boeing 737 morreram após a aeronave se despedaçar no ar e cair em uma área de árvores densas, enquanto o Legacy, apesar de ter sofrido danos graves na sua asa e estabilizador horizontal esquerdo, pousou em segurança com seus sete ocupantes não lesionados, nabase Aérea do Cachimbo.
O acidente, que desencadeou uma crise na aviação civil brasileira, foi o mais mortífero da aviação do país até então, superando o voo VASP 168 e sendo superado posteriormente pelo voo TAM 3054, no ano seguinte. Foi também o acidente mais mortífero envolvendo um Boeing 737 naquele momento, sendo superado posteriormente pelo voo Air India Express 812. O acidente foi investigado pela Força Aérea Brasileira, pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) e pelo National Transportation Safety Board (NTSB), com o relatório final emitido em 10 de dezembro de 2008. O CENIPA concluiu que o acidente foi causado por erros cometidos tanto pelos controladores de tráfego aéreo quanto pelos pilotos do Legacy, enquanto que o NTSB determinou que todos os pilotos agiram corretamente e foram colocados em rota de colisão por uma variedade de erros dos controladores de tráfego aéreo.
Tam Linhas Aéreas
O voo TAM 3054- era um voo operado pela companhia aérea brasileira TAM Linhas Aéreas, que ligava as cidades de Porto Alegre e São Paulo utilizando uma aeronave de passageiros Airbus A320-233, prefixo PR-MBK. Em 17 de julho de 2007, às 18h54min (21h54min UTC), o aparelho ultrapassou o fim da pista 35L do Aeroporto de Congonhas durante o pouso, chocando-se em seguida contra um depósito de cargas da própria TAM situado nas proximidades da cabeceira da pista 17R, no lado oposto da avenida Washington Luís que delimita o aeroporto. Havia 187 pessoas na aeronave e não houve sobreviventes, incluindo mais doze mortes no solo. O voo 3054 foi o pior acidente aéreo da história da América Latina durante 22 meses, desde o Voo Air France 447 em 31 de maio de 2009.
A aeronave Airbus A320 da TAM, voo 3054, saiu do Aeroporto Internacional Salgado Filho em Porto Alegre às 17h16 com destino ao Aeroporto de Congonhas em São Paulo. Já era noite quando a aeronave pousou na pista 35L, às 18h51. Com dificuldades na frenagem, o motor esquerdo no reverso e o motor direito em velocidade alta, o avião fez uma curva para esquerda e saiu da pista em seu terço final, percorrendo por sobre parte de um gramado. Após cruzar sobrevoando a avenida Washington Luís, que ladeia o aeroporto, a aeronave atingiu parte da cobertura de um posto de gasolina e em seguida chocou-se contra um prédio da TAM Express (serviço de carga da própria TAM), situados no lado oposto da avenida. Ao cruzar a avenida Washington Luís, o avião atingiu ainda a parte superior de alguns automóveis.
Local da explosão antes do acidente, fotografado a partir de avião, 5 meses antes do pouso frustrado da TAM.A aeronave possuía "sobra" de combustível na hora do pouso, e o choque do avião com o prédio de quatro andares da TAM Express causou um grande incêndio no local. O incêndio comprometeu a estrutura do prédio, que foi implodido posteriormente. No momento da queda o Airbus da TAM transportava uma quantidade de combustível muito superior ao que seria necessário para ir de Porto Alegre a São Paulo, este fato potencializou as consequências da explosão e do incêndio ocorrido após a colisão com o prédio da TAM em terra.
No dia seguinte do acidente, a TAM alterou o número do voo que faz a rota entre Porto Alegre e São Paulo. Deixando de identificar como JJ 3054 e passando a ser identificada pela sigla JJ 3046.
Em março de 2006, Denise Abreu assumiu a diretoria de serviços aéreos da recém-criada Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). As investigações do acidente, que matou 199 pessoas em Congonhas, revelaram que Denise Abreu se mantinha próxima das empresas que deveria fiscalizar. Em fevereiro de 2007, a desembargadora paulista Cecília Marcondes, que julgava uma ação que restringia o pouso de aviões em Congonhas nos dias de chuva, recebeu de Denise Abreu um documento da ANAC como se fosse uma norma, mas era só um estudo técnico. Diversas causas foram apontadas para que o acidente acontecesse. Em ordem de aparecimento, foram:
- a falta de ranhuras na nova pista do Aeroporto de Congonhas;
- a desativação do reversor do motor direito da aeronave;
- uma falha humana do piloto, que supostamente teria posicionado o manete do motor com o reversor desativado em posição diferente da recomendada no manual do Airbus. Esta hipótese foi levantada pela Revista Veja, após a análise da caixa pretarealizada nos Estados Unidos;
- falha nos freios mecânicos e falha nos spoilers, que realizam a frenagem aerodinâmica.
No dia seguinte ao acidente, a revelação de um vídeo da vigilância do aeroporto mostrou os últimos momentos do avião na pista do aeroporto, em velocidade aparentemente acima do normal para o pouso. Chovia pouco na hora do acidente, e a hipótese de aquaplanagem foi cogitada.
Em 5 de maio de 2015, foi prolatada sentença que absolveu Denise Abreu e outros três réus das acusações de envolvimento com o acidente. O magistrado avaliou que somente haveria responsabilidade dos dirigentes nas hipóteses de, por exemplo, falta de treinamento adequado; escala de pilotos inexperientes ou com horas insuficientes de voo com aquele modelo de aeronave; inobservância de horas necessárias de descanso dos pilotos; ou excesso de carga de trabalho, o que não ocorreu no caso.
Pista do aeroporto
As ranhuras no piso da nova pista de Congonhas foram feitas somente após o acidente. A sua ausência foi apontada como uma das possíveis causas da tragédia.
Quinze dias antes do acidente, a nova pista do Aeroporto de Congonhas havia sido liberada, após uma grande reforma que custara aproximadamente 19 milhões de reais. O início das operações se deu sem a finalização de um item - a construção de ranhuras (grooving/strips), que fazem com que haja um maior escoamento da água, causando o aumento da aderência entre a aeronave e a pista, diminuindo o risco deaquaplanagem.
Logo após o acidente, as especulações de suas causas giravam em torno da pista recém-reformada do aeroporto de Congonhas. A mídia criticou o governo e as condições da pista do aeroporto de Congonhas, supostamente liberada precocemente para uso.
Na manhã seguinte ao acidente, o presidente Lula solicitou à Polícia Federal uma investigação sobre a entrega das obras do aeroporto. Segundo nota oficial, "havia suspeitas de que a entrega da pista principal do aeroporto sem o chamado 'grooving' tenha colaborado com o acidente".
Outro fato que contribuiu para as especulações sobre a pista de Congonhas foi que, no dia anterior ao acidente, uma aeronave modelo ATR-42 da empresa Pantanal Linhas Aéreas havia derrapado nesta mesma pista, provocando o fechamento do aeroporto por vinte minutos. Chovia no momento da derrapagem e uma das possíveis causas apontadas foi a aquaplanagem.
Cinco minutos antes do acidente, foi solicitado à Infraero que fizesse uma medição da camada de água na pista para, se necessário, providenciar a suspensão dos pousos e decolagens. A medição foi feita, as condições foram consideradas adequadas pelos técnicos e as operações de pouso e decolagens não foram interrompidas.
Dados da caixa preta
São apresentados abaixo os diálogos gravados pelo equipamento de gravação de voo. O início da transcrição se deu às 18h18. O capitão falou com os passageiros e, em seguida, ouviu-se um barulho, como o ruído de um assobio. Logo depois, o barulho da abertura de uma porta e a entrada de um comissário são registrados. A voz diz que está tudo ok e pergunta quando aconteceria o pouso.
- Cabine: "Checando condições da pista".
- Torre: "Está molhada e ainda escorregadia. Autorizado para pousar".
- Cabine: "O pouso está liberado? Pouso verde, som manual".
- Torre: "Liberado".
- Som do avião tocando o solo, o co-piloto lembra:
- Reverso número um apenas.
- Três segundos depois o aviso:
- Spoilers nada.
- Olha isso!!
- Desacelera! Desacelera!
- Ai - diz o piloto.
- O co-piloto fala:
- Seis segundos depois vem a resposta:
- Não dá, não dá.
- Ai meu Deus! Ai meu Deus!
- Vai, vai, vai, vira, vira.
- O co-piloto pede:
- Há som de gritos e ouvem-se vozes femininas. E há um barulho de batida em seguida.
Relatório final
Em 31 de outubro de 2009, mais de dois anos após o acidente, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) divulgou os resultados das investigações oficiais sobre o acidente sem apontar os responsáveis pela tragédia. O relatório mostra que um dos manetes que controlam as turbinas estava em posição de aceleração, quando deveria estar na posição neutra, mas não deixa claro se houve falha mecânica ou humana como causa do acidente. O relatório aponta que a pista e falta de treinamento dos pilotos contribuíram para o acidente.
O relatório formula duas hipóteses para o acidente. Na primeira, teria havido falha no sistema de controle de potência dos motores, o que teria mantido o manete em aceleração, independente da sua real posição. Nessa hipótese, teria havido falha mecânica da aeronave. Na segunda hipótese, o piloto teria executado um procedimento diferente do previsto no manual ao colocar o manete na posição de aceleração, numa configuração de falha humana para o acidente.
Além das posições dos manetes, o relatório aponta vários fatores que podem ter contribuído para a ocorrência do acidente, como um volume intenso de chuva no dia, a formação de poças na pista, assim como a ausência de ranhuras.
Também apontou que o co-piloto tinha pouca experiência nesta função embora fosse um comandante experiente, o que poderia ter prejudicado o controle da aeronave no momento do pouso. Isso tudo contribuiu para a perda da consciência situacional no momento mais crítico do voo.
Há fatores indiretos, segundo o relatório, que podem ter contribuído para a tragédia, como a pressão da TAM para o pouso em Congonhas, falhas na aeronave relatadas no mesmo dia do acidente por outros tripulantes que estiveram no Airbus no dia 17 de julho, assim como a falta de um alarme sonoro capaz de avisar os pilotos sobre eventuais falhas nos manetes da aeronave.
Por outro lado, o relatório não aponta o tamanho da pista de Congonhas como responsável pelo acidente. Segundo o relatório, em condições normais a aeronave deveria pousar no máximo em 1.332 metros, enquanto a pista de Congonhas tem 1.880 metros, mesmo com pequena área de escape da pista.
Em defesa à Airbus afirma que a culpa é da TAM, que sabia que tinha riscos no aeroporto de congonhas, pela chuva:
Jornal GGN - Processada pela Itaú Seguradora para que a reembolse, a Airbus, em réplica na Justiça, apontou os pontos que levaram à tragédia. Para ela, o que aconteceu é por culpa da empresa aérea, a TAM, que sabia das condições da pista, no caso Congonhas, e que poderia ter redirecionado o 3054 para outro aeroporto evitando a tragédia ocorrida em 2007.
Em sua defesa, diz que que "a culpa da 'vítima' TAM foi muito mais grave do que que qualquer culpa porventura atribuível à Airbus". Coloca eventuais erros de pilotos como sendo, também, responsabilidade da TAM, não podendo ser atribuído a ela. A TAM não comentou essas acusações, dizendo à Folha que não é parte do processo e por isso nada tem a declarar.
O caso se alonga, desde 2007, devendo respostas aos parentes das vítimas e à sociedade. A ação não é por respostas, somente por ressarcimento aos cofres da Itaú Seguradora dos R$ 350 milhões desembolsados com indenizações. A seguir a matéria em questão.
da Folha
TAM sabia de risco em Congonhas e poderia ter desviado voo, diz Airbus
Para fabricante, exceto por problemas na pista, causas da tragédia são todas culpa da empresa aérea
Companhia aérea não se defendeu de acusações, pois não é parte na ação; procurada pela Folha, não se pronunciou
DE SÃO PAULO
Antes do acidente, a TAM sabia que a pista de Congonhas estava escorregadia, afirmou a Airbus à Justiça, em sua defesa no processo. Chovia no momento do pouso.
Assim, poderia ter "excepcionalmente redirecionado seus voos em condições de chuva, inclusive o fatídico voo 3054, para outro aeroporto".
Segundo a fabricante, "a decisão da TAM de continuar operando voos com destino ao e saída de Congonhas deve ser vista como causa secundária para o acidente".
Em resposta ao Itaú, que lhe cobra o ressarcimento das indenizações, a Airbus resume: "A culpa da vítima' TAM foi muito mais grave que qualquer culpa porventura atribuível à Airbus".
- continua: "Excetuados os problemas operacionais de Congonhas, todos os demais fatores relacionados à causalidade do acidente --principalmente o erro de procedimento dos pilotos-- são de responsabilidade exclusiva da vítima' TAM".
Nem a Polícia Federal nem a Aeronáutica chegaram a essas conclusões. A Aeronáutica viu erro de "supervisão gerencial" da TAM. A PF atribuiu culpa aos dois pilotos, não à companhia aérea.
A TAM não se defendeu, pois não é parte no processo. Procurada pela Folha, também não se pronunciou.
TECNOLOGIA
- a ação, a Airbus é acusada de não dispor os aviões de tecnologia que alertasse os pilotos sobre a assimetria nos manetes. Relatório da Aeronáutica havia apontado a falta desse aviso como fator contribuinte para o acidente e recomendado sua inclusão nos A320 --esse apontamento é uma das bases da ação do Itaú.
A fabricante, ao se defender, mirou a TAM mais uma vez. Disse que, em 2006, ofereceu às operadoras de seus jatos, inclusive à companhia brasileira, uma atualização de software que corrigia esse fator. Segundo ela, a TAM não quis.
Mesmo assim, a Airbus afirma que o A320 era seguro com ou sem essa atualização.
A Airbus também dá a entender que o avião da TAM poderia estar com mais combustível do que o permitido. Os relatórios da PF e da Aeronáutica dizem que o avião estava com peso aceitável.
CONGONHAS
- Para a fabricante, a participação de Congonhas na tragédia é, por consequência, da Infraero, que gerencia o aeroporto-- se dá por causa das condições "críticas" da pista: escorregadia e com formação de poças d'água.
A Infraero, que não é citada nominalmente pela Airbus (há apenas referências a Congonhas), afirmou à Folha que a pista estava e ainda está em boas condições.
Em sua investigação, a PF concluiu que o avião não pararia seja qual fosse a condição da pista e que ela não causou a tragédia.
- O acidente da TAM resultou em processo do Ministério Público Federal, que pede até 24 anos de prisão para Marco Aurélio Miranda, ex-diretor da TAM, e Denise Abreu, ex-diretora da Anac (Agência Nacional de Aviação), acusados de assumir risco ao deixar aviões pousarem em Congonhas até o desastre.
Ambos negam participação. O processo ainda não foi julgado.
EgyptAir
A companhia Egyptair chegou a anunciar no começo da tarde (hora de Brasília) que destroços do avião da EgyptAir que caiu nesta quinta-feira (19) no Mar Mediterrâneo foram encontrados perto da ilha Cárpatos, na Grécia. Uma autoridade grega, no entanto, disse que os elementos achados não eram parte de avião.
- Mais tarde, o vice-presidente da EgyptAir afirmou à rede CNN que os destroços do voo de sua companhia. "O que identificamos não é parte de nosso avião. Então a busca e resgate continuam", disse Ahmed Adel, segundo a emissora de notícias norte-americana.
A notícia inicial da EgyptAir havia sido divulgada no seu Twitter oficial. A empresa disse que recebeu a informação do Ministério de Relações Exteriores do Egito e que os familiares das vítimas haviam sido informados. Os investigadores egípcios e gregos ainda procuram por mais destroços, disse a companhia.
Em seguida, no entanto, o presidente do Comitê Grego de Segurança Aérea, Athanassios Binos, disse à agência France Presse que os destroços encontrados na região próxima ao suposto local onde caiu o avião da Egyptair "não são de um avião".
"Até agora, a análise dos restos encontrados indica que não pertencem a um avião. Durante nosso último contato, por volta das 17h45 GMT (14h45 de Brasília), meu colega egípcio me confirmou também que não tinha sido demonstrado que os restos fossem do voo da Egyptair", afirmou o funcionário.
O voo MS804 partiu do aeroporto Charles de Gaulle nesta quarta às 23h09 (18h09 em Brasília) e deveria pousar cinco horas depois no Aeroporto Internacional do Cairo, na madrugada desta quinta (19), às 3h15 (horário de Paris e do Cairo). Os radares perderam o contato quando o avião passava pelo Mediterrâneo.
Tam Linhas Aéreas
No dia 30 de agosto de 2002, um fokker 100 fez um pouso de emergencia em uma fazendo em Birigui, segundo dados coletdos do piloto e da aeronave teve um vazamento de combustivel durante o vôo e os computadores de bordo não detectaram o vazemento.
O acidente ocorreu por volta do quilômetro 8 da Rodovia Gabriel Melhado (sp-461). O avião com prefixo PT-MQH, se arrastou cerca de 300 metros antes de parar.
- Fokker 100 que fazia o vôo 3804 Guarulhos (SP)-Campo Grande (MS) pousou em um pasto do bairro Taquari, em Birigui, por volta das 11h. A aeronave havia decolado de São Paulo às 9h48, com 24 passageiros a bordo.
- Segundo Vivaldo Donizete Costa, atendente do pronto-socorro de Birigui, quatro passageiros -dois homens e duas mulheres- foram atendidos com escoriações leves e dores no corpo. Todos passam bem.
- Conforme Antônio Carlos Simaro, delegado-assitente da Seccional de Araçatuba, o piloto disse informalmente que um vazamento de combustível provocou o incidente. A TAM informou que a aeronave decolou abastecida.
Pedaços dos pneus do trem de pouso ficaram espalhados no pasto.







































Ataque Terrorista na Turquia
Aconteceu ontem (28/06/2016) por volta das 16H de Brasília, um ataque terrorista no aeroporto internacional de Istambul, o maior da Turquia e terceiro mais movimentado da Europa.
Foram 36 pessoas mortas e 147 feridos segundo o governo da Turquia.
Tiveram três explosões perto antes da área do Raio X, antes das explosões, antes das explosões, 3 homes atiraram com um fuzil.
Logo após o ataque, o presidente turco Recep Tayyip Erdogan convocou uma reunião de emergência com o primeiro-ministro Binali Yıldırım e comandantes militares.
Trinta e seis pessoas morreram após três explosões na noite de terça (28) no terminal internacional do aeroporto de Istambul, o maior da Turquia e terceiro mais movimentado da Europa. O número de mortes foi anunciado pelo primeiro-ministro turco, Binali Yıldırım.
O ministro da Justiça turco, Bekir Bozdağ, disse que os responsáveis pelo ataque ao aeroporto Ataturk abriram fogo usando fuzis Kalashnikov.
O ataque aconteceu por volta das 22h (16h em Brasília).
Nenhum grupo reivindicou o ataque até o momento. Informações iniciais "sugerem" que o Estado Islâmico estaria por trás dos ataques, segundo a agência turca Dogan, que atribui a informação a fontes policiais. O premiê turco também afirmou que as informações obtidas até agora apontam que o Estado Islâmico foi responsável pelo ataque.
Logo após o ataque, o presidente turco Recep Tayyip Erdogan convocou uma reunião de emergência com o primeiro-ministro Binali Yıldırım e comandantes militares.
"Está claro que este ataque não tem como alvo nenhum resultado, mas apenas criar material de propaganda contra nosso país usando o sangue e a dor de pessoas inocentes", disse Erdogan em um comunicado.
"Não se enganem: para organizações terroristas, não há diferenças entre Istambul e Londres, Ancara e Berlim, Izmir e Chicago ou Antalya e Roma. A menos que todos os governos e toda a humanidade unam forças na luta contra o terrorismo, coisas muito piores do que tememos imaginar hoje se tornarão realidade", disse ainda o presidente turco.
Foram enviadas 49 ambulâncias ao local. Segundo a CNN turca, taxistas que trabalham no aeroporto ajudaram a transportar pessoas feridas até hospitais.
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US Airways 1549
Quem lembra desse voo?
Esse voo decolou de Nova York, do aeroporto de La Guardia, e ia para Charlotte, Carolina do Norte.
Seis minutos depois da decolagem, o avião, um A320, atinge passaros enquando ganhava altitude. Isso levou a perda total dos dois motores. Os pilotos Chesley Sullenberger, comandante, e Jeffrey B. Skiles, no final do dia esses pilotos foram condecorados com a medalha de mestre da `` Guild of Air Pilots and Air Navigators´´
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Ataque Terrorista na Bélgica
No dia 22/03/2016, no Aeroporto Internacional de Zaventem e na estação de metrô Maelbeek, em Bruxelas na Bélgica, o Estado Islâmico reivicou a responsabilidades dos ataques.
o número de mortos foi de 34, e 200 feridos. As explosões levaram o país a entrar em alerta máximo para atentados terroristas. Duas explosões ocorreram no aeroporto e uma no metrô. Pelo menos uma delas foi provocada porum homem-bomba, segundo procuradoria local.




