Curiosidades 

Aeroporto de congonhas será rebatizado com nome de deputado.

O Senado aprovou o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 89/2012, que dá ao Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, o nome de Aeroporto Deputado Freitas Nobre. A proposta, de autoria do ex-deputado João Bittar, segue para sanção presidencial.

https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/107191


Ranking das Empresas Aéreas mais valiosas do mundo em 2017.


A empresa de consultoria Brand Finance, especializada na valoração de marcas, revelou recentemente a lista das 10empresas aéreas com marca mais valiosa do mundo. 

1º Lugar - American (EUA) - Valor da Empresa : US$ 9,8 bilhões 

2º Lugar - Delta (EUA) - Valor da Empresa : US$ 9,2 bilhões

 3º Lugar - United (EUA) - Valor da Empresa : US$ 7,2 bilhões 

4º Lugar - Emirates - Valor da marca: US$ 6,1 bilhões

5º Lugar - Southwest (EUA) - Valor da marca: US$ 6 bilhões

6º Lugar - China Southern - Valor da marca: US$ 4,5 bilhões 

7º Lugar - China Eastern - Valor da marca: US$ 3,9 bilhões

8º Lugar - Air China - Valor da marca: US$ 3,9 bilhões

9º British Airways (Reino Unido) - Valor da marca: US$ 3,7 bilhões

10º Lugar - ANA (Japão) - Valor da marca: US$ 2,6 bilhões 


Empresa aérea cria aplicativo para pilotos que permite prever turbulências

A Delta criou um aplicativo que permite que os pilotos visualizem em tempo real se à turbulencias na sua rota de voo. 

 Em Abril, foi lançado o aplicativo qua já funciona na frota dos Boeings 737 e 767 ( que são os que fazem os voos para o Brasil. No futuro, também estão querendo introduzir nos modelos 777 e Airbus A330.

Como e da onde vem essas informações meteorológicas?

Sensores instalados nas aeronaves captam informações sobre inclinação, rotação e velocidade do vento, entre outras coisas, esses dados são enviados a um sistema que depois serão enviadas para a cabine. Os pilotos  também alimentam o sistema ao informar turbulências encontradas em voo.

Como são recebidas essas informações na cabine?

Os pilotos informão o seu plano de voo em um tablet, que já esta conectado ao sistemas de dados dos sensores.


Para não perder o voo, passageiro pula na pista e corre atrás do avião.

No dia a dia é comum ver pessoas correndo para não perder o ônibus, metrô ou trem. Mas em Madri o caso foi um pouco diferente. Um passageiro literalmente correu para pegar o avião, e conseguiu!

O fato ocorreu na tarde de hoje no Aeroporto Internacional de Barajas. O voo da empresa Ryanair já tinha deixado o gate e estava a finalizar o procedimento de pushback, com o avião já sendo empurrado na taxiway e pronto para o acionamento. O passageiro conseguiu, de alguma maneira não esclarecida até agora, entrar na ponte de embarque e de lá pulou para o pátio, onde correu até o avião com suas bagagens.

Ainda não é claro como o passageiro embarcou no Boeing 737, que fez a rota de 3h para Gran Canaria, uma ilha do arquipélago das Canárias. As autoridades foram avisadas assim que o passageiro correu pelo pátio de aeronaves, e avisaram a polícia, que o interceptou quando o avião pousou. A administradora do aeroporto de Madri, AENA, informou que irá processar o passageiro.

Não é a primeira vez que passageiros correm atrás de aviões da Ryanair, em 2015 um casal de italianos correu até o avião no pátio do aeroporto de Malta, após chegar atrasado para o embarque, devido ao trânsito intenso na chegada ao aeroporto.

Vale lembrar que a Ryanair é uma das companhias que oferecem passagens mais baratas na Europa e tem uma política de cobrança por qualquer serviço extra além de não reembolsar qualquer bilhete comum.

Os 25 voos mais longos do mundo.

Na lista das 25 rotas mais longas atualmente em operação no mundo, que você confere logo adiante, essas são as empresas que aparecem no seleto ranking.

- Emirates: com 5 das mais longas rotas aéreas do mundo
- Cathay Pacific: com 4
- Etihad, Qatar e United: 3
- EVA Air e Qantas: 2
- Air Canada, Air Índia, American Airlines, China Airlines, China Southern, Delta Air Lines, Saudi Arabian e South African: 1

Entre as aeronaves utilizadas nas 25 rotas mais longas do mundo, o Boeing 777, em suas variantes -200 e -300, reina absoluto, sendo utilizado em 19 delas, inclusive na mais longa. A Boeing lidera sobre a Airbus por 20 a 5.

* note que a soma abaixo não é 25 em razão de haver mais de uma empresa operando numa mesma rota, com aeronaves diferentes.

- Boeing 777: 20 rotas
- Airbus A380: 5 rotas
- Boeing 787: 1 rota
- Airbus A340: 1 rota

Em ordem crescente de distância, você confere a seguir as 25 rotas mais longas do mundo atualmente em operação, bem como os tempos de voo, as aeronaves e as companhias que as realizam. Saiba também qual a rota mais longa operada a partir do Brasil.

25 - New York (EUA) - Mumbai (Índia)
United Airlines (777-200) e Air Índia (777-300ER)
7.792 milhas / 12.540 kilômetros em 16h20min no rumo de Newark pela United

24 - New York (EUA) - Taipei (Taiwan)
China Airlines (777-300ER) e EVA Air (777-300ER)
7.792 milhas / 12.540 kilômetros em 16h30min no rumo de Taipei

23 - Toronto (Canada) - Hong Kong
Air Canada (777-200LR) e Cathay Pacific (777-300ER)
7.795 milhas / 12.545 kilômetros em 15h40min no rumo de Hong Kong

22 - Doha (Qatar) - Dallas (EUA)
Qatar Airways (777-200LR / 777-300ER)
7.916 milhas / 12.740 kilômetros em 16h15min no rumo de Dallas

21 - Los Angeles (EUA) - Melbourne (Austrália)
United Airlines (787-9) e Qantas (A380)
7.923 milhas / 12.751 kilômetros em 15h50min no rumo de Melbourne pela Qantas

20 - Houston (EUA) - Taipei (Taiwan)
EVA Air (777-300ER)
7.924 milhas / 12.752 kilômetros em 16h25min no rumo de Taipei

19 - Hong Kong - Boston (EUA)
Cathay Pacific (777-300ER)
7.955 milhas / 12.802 kilômetros em 16h no rumo de Hong Kong

18 - Johannesburg (África do Sul) - New York (EUA)
South African (A340-600)
7.967 milhas / 12.822 kilômetros em 16h10min no rumo de New York

17 - New York (EUA) - Guangzhou (China)
China Southern (777-300ER)
7.986 milhas / 12.852 kilômetros em 15h50min no rumo de Guangzhou

16 - Dubai (Emirados Árabes) - Dallas (EUA)
Emirates (A380 / 777-300ER)
8.024 milhas / 12.913 kilômetros em 16h15min no rumo de Dallas

15 - Doha (Qatar) - Houston (EUA)
Qatar Airways (777-300ER)
8.031 milhas / 12.925 kilômetros em 16h35min no rumo de Houston

14 - Newark (EUA) - Hong Kong
United Airlines (777-200) e Cathay Pacific (777-300ER)
8.050 milhas / 12.955 kilômetros em 16h10min no rumo de Hong Kong pela United

13 - New York (EUA) - Hong Kong
Cathay Pacific (777-300ER)
8.056 milhas / 12.965 kilômetros em 16h10min no rumo de Hong Kong

12 - Dallas (EUA) - Abu Dhabi (Emirados Árabes)
Etihad (777-200LR)
8.056 milhas / 12.965 kilômetros em 16h45min no rumo de Dallas

11 - San Francisco (EUA) - Dubai (Emirados Árabes)
Emirates (A380)
8.086 milhas / 13.013 kilômetros em 16h15min no rumo de San Francisco

10 - Dallas (EUA) - Hong Kong
American Airlines (777-300ER)
8.108 milhas / 13.049 kilômetros em 17h05min no rumo de Hong Kong

9 - San Francisco (EUA) - Abu Dhabi (Emirados Árabes)
Etihad (777-300ER)
8.142 milhas / 13.103 kilômetros em 16h15min no rumo de San Francisco

8 - Houston (EUA) - Dubai (Emirados Árabes)
Emirates (A380 / 777-300ER)
8.151 milhas / 13.118 kilômetros em 16h45min no rumo de Houston

7 - Los Angeles (EUA) - Doha (Qatar)
Qatar Airways (777-200LR)
8.290 milhas / 13.341 kilômetros em 16h25min no rumo de Los Angeles

6 - Los Angeles (EUA) - Jeddah (Arábia Saudita)
Saudi Arabian (777-300ER)
8.317 milhas / 13.385 kilômetros em 16h40min no rumo de Los Angeles

5 - Los Angeles (EUA) - Dubai (Emirados Árabes)
Emirates (A380)
8.323 milhas / 13.395 kilômetros em 16h20min no rumo de Los Angeles

4 - Los Angeles (EUA) - Abu Dhabi (Emirados Árabes)
Etihad (777-200LR)
8.375 milhas / 13.478 kilômetros em 16h40min no rumo de Los Angeles

3 - Atlanta (EUA) - Johannesburg (África do Sul)
Delta Air Lines (777-200LR)
8.434 milhas / 13.573 kilômetros em 16h57min no rumo de Atlanta

2 - Dallas (EUA) - Sydney (Austrália)
Qantas (A380)
8.576 milhas / 13.802 kilômetros em 16h55min no rumo de Sydney

1 - Auckland (Nova Zelândia) - Dubai (Emirados Árabes)
Emirates (777-200LR)
8.819 milhas / 14.193 kilômetros em 17h20min no rumo de Dubai

Sabe qual é a rota mais longa a partir do Brasil?

Guarulhos - Dubai (Emirados Árabes)
Emirates (777-300ER)
7.575 milhas / 12.190 kilômetros em 14h de voo

AVIÕES TURBO-HÉLICE SÃO SEGUROS?

O ATR usado pela Azul é considerado a aeronave mais avançada dessa categoria no mundo. Mesmo assim, é um avião que desperta o medo em passageiros pelo simples fato dos motores com hélices. 

"O ATR possui radar meteorológico, equipamentos de voo com telas digitais, controles automáticos. Todos esses recursos também são usados nos jatos. É um avião extremamente moderno e seguro", contou o comandante Jacques Cardeal de Godoy Junior, que também é o gerente de operações e qualidade da Azul 

Em relação ao motor a jato, a hélice proporciona maior tração no momento de aceleração inicial, no caso a decolagem. "Comparando com um automóvel, é como acelerar forte esticando a primeira marcha. Em ótimas condições, o ATR decola com metade da pista necessária para um jato", compara Godoy. 

No entanto, a hélice tem o que os pilotos chamam de "restrição de velocidade". É como um carro muito bom em arrancadas, mas fraco em velocidade final. Jatos como o Embraer E190 e o Airbus A320 podem voar próximos dos 900 km/h, mas precisam de pistas mais longas. O ATR 72 alcança pouco mais de 500 km/h, mas aterra em pistas de 1,5 km. 

O ATR foi desenvolvido a pedido de companhias na Europa por aeronaves para os chamados "voos regionais", que ligam grandes centros a cidades pequenas. Nesses casos, dependendo da demanda de ocupação e a estrutura aeroportuária disponível, não é preciso um avião de grande porte ou rápido, como um jato comercial. Desta forma, o turbo-hélice é uma necessidade do mercado e também um meio seguro do ponto de vista operacional.

Os aviões com motores turbo-hélice também voam em altitudes inferiores às dos jatos. Em voo de cruzeiro, o ATR 72 alcança cerca de 7.500 metros, enquanto um Boeing 737 ou um Airbus A320, viajam acima dos 10.000 metros. E entre essas altitudes, o comportamento da atmosfera apresenta algumas diferenças.

A regra é simples: quanto mais alto, menos denso é o ar e menor é a chance de ser acometido por uma turbulência. No entanto, voar em grandes altitudes é quase que uma exclusividade das aeronaves impulsionadas por motores a jato. O ATR, no caso, voa em uma faixa onde o ar pode ser mais "agitado", por isso as viagens nesse tipo de avião costumam balançar mais, quando comparada a performance dos jatos.

"Na atmosfera mais baixa, o ar é um pouco mais agitado. Além disso, diferentemente dos jatos, o avião turbo-hélice demora mais para alcançar a altitude de cruzeiro, por isso fica mais exposto a essas condições", explica o gerente da Azul.

A MAP voa para cidades no Amazonas, Pará e Rondônia com aeronaves ATR (MAP)

"Como todo projeto de aeronave comercial desse tipo, para ser homologado o ATR provou que podia voar com apenas um motor, no caso de uma emergência. Esse tipo de pane, porém, é muito rara de acontecer. De qualquer forma, o avião está preparado. Ao pé da letra, o aparelho pode voar nessa condição até ficar sem combustível. Mas antes disso ele já vai ter pousado em segurança", conta o comandante Fabio Peres Fernandes, piloto de ATR na Azul há cinco anos.

AVIÕES A JATO TAMBÉM TÊM MOTORES A HÉLICE

Os aviões à jato consomem muito energia eletrica, além do impulso para o voo os motores à jato também geram energia para manter em funcionamento os equipamentos e os sistemas de controle da aeronave.

Como no motor de um automóvel, o avião também possui uma espécie de "alternador", porém muito mais sofisticado e potente. O equipamento é como um grande dínamo com uma complexa transmissão que vai acoplada aos motores. Além desse recurso, aeronaves modernas ainda têm a APU (Unidade de Energia Auxiliar), um pequeno propulsor a jato, geralmente na cauda do aeronave, e baterias independentes para cada item eletrônico.

Existe uma chance para todos os equipamentos falharem ao mesmo tempo? Sim existe, porém as chances são muito pequenas, caso tenha esse problema, a tripulação ainda tem mais um recurso o RAT ( Ram Air Turbine), uma turbina de ar, que funciona que nem uma hélice de energia eólica.

"O RAT é acionado no caso de 'panes em cascata'. Para um avião comercial ficar totalmente sem energia elétrica, é preciso que falhem os geradores dos motores, a APU e as baterias. É raríssimo de acontecer. Em todo caso, ainda é necessário um último recurso", explicou Jose Farat, engenheiro elétrico aeronáutico e diretor do comitê Aeroespacial da SAE BRASIL, ao Airway"O RAT é acionado no caso de 'panes em cascata'. Para um avião comercial ficar totalmente sem energia elétrica, é preciso que falhem os geradores dos motores, a APU e as baterias. É raríssimo de acontecer. Em todo caso, ainda é necessário um último recurso", explicou Jose Farat, engenheiro elétrico aeronáutico e diretor do comitê Aeroespacial da SAE BRASIL, ao Airway.

 O RAT fica "escondido" na fuselagem do avião ou então em partes das asas. Quando é acionado, o equipamento é expulso do compartimento e imediatamente sua hélice começa a girar, de acordo com a velocidade da aeronave, restabelecendo a energia para os sistemas elétricos. "Quando acionado, o RAT gera a energia necessária para a tripulação manter o controle dos sistemas da aeronave e pousar com segurança", explica Farat. 

"O RAT é importante durante uma emergência para manter funcionando os sistemas elétricos de controle de voo e comandos hidráulicos da aeronave, que são considerados os pontos mais críticos. Pode ser acionado pelo piloto ou então automaticamente, se o computador de bordo detectar a falta de energia", contou Marcelo Marcussu gerente de flight standards e treinamento da Latam e comandante de Airbus A320. 

Pesquisa elege melhores aeroportos do Brasil em várias categorias.

A Secretaria de Aviação Civil (SAC) concedeu ao Aeroporto Internacional Afonso Pena, em Curitiba o prêmio de melhor aeroporto do Brasil.

O resultado é fruto da Pesquisa Permanente de Satisfação do Passageiro, que ouviu 52 mil usuários de voos domésticos e internacionais em 15 aeroportos brasileiros ao longo de 2015. Em 2014, o prêmio foi concedido ao Aeroporto Internacional dos Guararapes Gilberto Freyre, no Recife (PE). 

O ministro da Aviação, Guilherme Ramalho, abriu a cerimônia de premiação e destacou o desempenho acima da média da maioria dos aeroportos. "Esse momento marca uma vitória coletiva do setor de aviação civil. No ano de 2015 alcançamos a maior nota de satisfação do passageiro nos 15 principais terminais do País. A percepção do passageiro, além de funcionar como uma ferramenta de gestão, reforça que estamos no caminho certo", afirmou.

Ao todo, 11 categorias compõem a premiação referente a 2015. Além de vencer o prêmio Aeroporto + Brasil, que é o principal, o aeroporto de Curitiba foi o mais bem avaliado em três outras categorias: Restituição de Bagagem + Eficiente; Aeroporto + Cordial; e Raio-X + Eficiente.


"SUCATINHA" SERÁ PRESERVADO EM FOZ DO IGUAÇU

Chegou nesse sábado (2) em Foz do Iguaçu (PR) o antigo avião presidencial Boeing 737-200, designado na Força Aérea Brasileira (FAB) como "VC-96", aeronave que ficou conhecida como "Sucatinha". A viagem do avião, transportado desmontado de caminhão, durou 12 dias.

O jato aposentado prestou serviço no Grupo de Transporte Especial (GTE), entre 1976 e 2010, e estava estocado na Base Aérea de São Paulo (BASP), em Guarulhos, desde o início de 2012. O VC-96 foi cedido a empresa de táxi aéreo Helisul, que vai reformar por conta própria o Boeing e expô-lo em sua sede, localizada próximo ao portão do Parque Nacional do Iguaçu.

VC-96

O antigo Boeing 737, matriculado como "FAB 2115", começou a ser desmontado na BASP em abril deste ano. O Museu Asas de Um Sonho, da Tam, já havia manifestado interesse em adquirir a aeronave, mas a suspensão das atividades no local, em fevereiro deste ano, devido a problemas econômicos, impediu a concretização do plano.

Boeing 767 russo 'esquecido' no Aeroporto de Hong Kong pode ser vendido

Desde Dezembro de 2015, um Boeing 767 da empresa russa Transaero pode ser colocado à venda pelo Aeroporto Internacional Hong Kong, por falta de aluguel.

Segundo autoridades chinesas, o aeroporto tem permissão para vender o 767 para recuperar os débitos.
A Transaero Airlines, que já foi a maior companhia aérea russa, deixou de operar em 15 de outubro do ano passado devido às dividas acumuladas. O Boeing 767 decolou do Aeroporo de Domededovo, em Moscou, e pousou em Hong Kong, na China, em 26 de outubro de 2015, após a cassação de sua operação comercial.

Fronteira da Paz poderá ter primeiro aeroporto binacional do mundo.


Sant'Ana do Livramento e Rivera sempre tiveram o anseio de ver o aeroporto uruguaio, se tornar binacional. De acordo com informações publicadas pelo site do Aeroporto de Viracopos -SP, a companhia aérea Azul vê essa intenção como uma oportunidade positiva e gosta da ideia de operar, neste modelo inédito no mundo.
De acordo com Marcelo Bento, diretor da Azul, ainda há uma questão de legislação para ocorrer. "O que atrapalha os voos transfronteiriços é a taxa de embarque. Afinal, embora os trechos sejam curtos, são aplicadas taxas de voos internacionais. Assim, seria positivo criar um aeroporto binacional na fronteira", comenta. Bento ressalta, contudo, que "tudo é ainda uma 'visão'. Por enquanto, o que existe é uma 'boa vontade' com o assunto".


O que é Mach?

Mach é uma unidade de medida de velocidade, que afere a relação entre a velocidade do objeto e a velocidade do som. O Mach 1 corresponde a cerca de 1230km/h.

Existe 4 categorias de velocidade:

Subsônica-menor que mach 1

Transônico-maior que mach 0,8 e menor que mach 1

Supersônico- maior que mach 1,2 e menor que mach 5

Hipersônico-maior que mach 5

Alfabeto Fonético

Alguém sabe que alfabeto é esse?

É o alfabeto utilizado universalmente para as cominicações ar-terra-ar para evitar qualquer equívoco nas instruções recebidas.

Foi criado levando em conta as particularidades dos principais idiomas do mundo.Em português serve principalmente para trazer mais clareza para as letras que soam com o ``e´´ fechado como o ``B,C,D,T,V,Z´´

A-Alfa

B-Bravo

C-Charlie

D-Delta

E-Eco

F-Foxtrot

G-Golf

H-Hotel

I-Índia

J-Juliet

K-Kilo

L-Lima

M-Mike

N-November

O-Óscar

P-Papa

Q-Quebec

R-Romeo

S-Sierra

T-Tango

U-Uniform

V-Victor

W-Whisky

X- X-ray

Y-Yankee

Z-Zulu

A azeitona de Mr.Crandall

Em 1980, o presidente da American Airlines, Bob Crandall, fanático em cortar gastos, retirou um azeitona das saladas da primeira classe, nisso em um ano ele economizou 40 mil dólares anuais. 

Atualmente, se a Delta remover um morango das saladas, ela poupa 210 mil dólares anuais 

O Concorde é um avião comercial supersônico de passageiros, que foi produzido entre abril de 1965 (fabricação da primeira peça)  e o final de 1978, pelo consórcio formado pela britânica British Aircraft Corporation (BAC) e a francesa Aérospatiale. Seus voos comerciais começaram em 21 de janeiro de 1976 e terminaram em 24 de outubro de 2003, tendo sido operado apenas pelas companhias British Airways e Air France. 

História

No final da década de 1950 era de interesse das agências americana, francesa, inglesa e soviética, a criação de uma aeronave supersônica de transporte de passageiros. Cada um desses países possuía seu próprio projeto, porem, no começo da década de 1960, devido aos enormes custos demandados, os governos da Inglaterra e França decidiram juntar forças, e em 25 de outubro de 1962 assinaram um tratado que criou o consórcio franco-britânico e tornou possível o desenvolvimento do projeto e produção da aeronave.

No início, o Concorde tinha cerca de 100 pedidos das companhias mais importantes do mundo, além da Air France, Pan Ame BOAC, atual British Airways, que eram as companhias lançadoras do tipo, a Japan Airlines, Lufthansa, American Airlines,Qantas e TWA também manifestaram interesse de compra.

A construção do primeiro protótipo francês (nº 001) começou em abril de 1965 pela Aérospatiale em Toulouse, França e foi concluída em 11 de dezembro de 1967. Após quinze meses de testes em solo, decolou para seu primeiro voo em 2 de março de 1969. O segundo protótipo (nº 002) foi construído pela BAC em Filton, Inglaterra e decolou para seu primeiro voo um mês depois, em 9 de abril de 1969.

O protótipo nº 001 foi o primeiro a atingir, em 1º de outubro de 1969, a velocidade transônica (Mach>1, aproximadamente 1 100 km/h à altitude operacional). Em 4 de novembro de 1970, atingiu a velocidade supersônica Mach2 (aproximadamente 2 200 km/h).

Em 4 de setembro de 1971 o Concorde começou a sua série de voos de demonstração em uma turnê mundial, inclusive inaugurando o Aeroporto Internacional de Dallas-Fort Worth em 1973, quando a aeronave visitou os Estados Unidos. Estes voos de demonstração fizeram com que a aeronave acumulasse sessenta pedidos de compra.

  • Concorde G-BSST (Protótipo nº 002) na primeira visita ao aeroporto deHeathrow, em 1 de julho de 1972.

Entretanto, uma avalanche de cancelamentos ocorreu devido a uma conjunção de vários fatores, como a crise do petróleodos anos 1970, dificuldades financeiras por parte dos parceiros das companhias aéreas, a queda do concorrente russo do Concorde, o Tupolev Tu-144, e alegados problemas ambientais, como elevado ruído ao ultrapassar a barreira do som epoluição atmosférica. No final, apenas Air France e British Airways restaram como compradoras.

Ambas as companhias europeias realizaram uma série de voos testes e voos de demonstração ao redor do globo, a partir do ano de 1974, quando recordes aeronáuticos foram estabelecidos, e até hoje não superados. No total, foram 5.070 horas voadas com os seis primeiros modelos do Concorde (que não foram utilizados comercialmente), sendo 1.619 horas de testes em voo supersônico.

O Concorde tinha um nariz
  • que se inclinava durante a aterrissagem, para uma melhor visibilidade da pista. Na imagem, a unidade G-AXDN (N/S 101) - Aeroporto de Farnborough, 7/9/1974.Concorde G-BOAB (N/S 208) operado pela British Airways, exposto no Aeroporto Internacional de LondresHeathrow.
  • nterior do Concorde G-BBDG (N/S 202) da British Airways.

  • m 21 de janeiro de 1976 o Concorde iniciou voos comerciais, ligando Paris ao Rio de Janeiro, com uma escala em Dakar. Voar no Concorde era uma experiência única. Tendo uma velocidade de cruzeiro em torno de 2,5 vezes a de qualquer aeronave de passageiros - 1.150 nós contra 450 nós, sendo 1.292 nós o recorde em 19 de Dezembro de 1985 - ele foi capaz de um feito memorável: um Concorde e um Boeing 747 da Air France decolaram ao mesmo tempo, o Concorde deBoston e o Boeing 747 de Paris. O Concorde chegou em Paris, ficou uma hora no solo e retornou a Boston, pousando 11 minutos antes do Boeing 747.

Turbulência era uma coisa que raramente o Concorde enfrentava, devido sua grande altitude de voo. Olhando pela janela podia-se ver claramente a curvatura do globo terrestre. A aeronave era mais rápida que a velocidade de rotação da Terra, e isso se fazia notar quando ela decolava após o pôr do sol de Londres e chegava a Nova Iorque ainda de dia. Porém, por se tratar de um avião supersônico, o Concorde emitia muito ruído e poluição, e assim, por muito tempo, restrições ambientais impediram sua operação nos Estados Unidos

O serviço de passageiros no Concorde permaneceu sem acidentes por cerca de 24 anos, atendendo regularmente, além de Nova Iorque e Washington, as cidades de Miami, Bridgetown (Barbados), Caracas, Ilha de Santa Maria, Dakar, Bahrain,Singapura, Cidade do México e Rio de Janeiro. Ao longo destes anos, o avião rodou o mundo nas duas direções, visitando todos os continentes, exceto a Antártica. Porém, em 25 de julho de 2000, uma das unidades da Air France (Voo Air France 4590) teve um acidente fatal, causado por uma peça de um DC-10 da Continental Airlines, que se soltara na pista minutos antes da decolagem do Concorde. Este acidente levou à paralisação de toda a frota francesa e britânica e considerado como a principal causa do fim dos voos do Concorde.

Ver artigo principal: Voo Air France 4590

Após o acidente, o Concorde sofreu algumas modificações, retornando ao serviço de passageiros 15 meses após. Porém, em 10 de abril de 2003, Air France e British Airways decidiram juntas encerrar os voos comerciais da aeronave. A Air France em 31 de maio de 2003 e a British Airways em 24 de outubro do mesmo ano.

O último voo oficial foi realizado pela aeronave G-BOAF da British Airways, em 26 de novembro de 2003, para Filton, sua terra natal, quando homenagens e manobras foram realizadas, como o movimento do "Bico" (levantamento e abaixamento). Logo depois seus motores foram desligados fechando um dos mais gloriosos capítulos da aviação.

  • Concorde G-BOAF (N/S 216) aterrissando no Aeródromo de Filton, no seu último voo em 26 de novembro de 2003.

Foram fabricados vinte Concordes ao longo de um período de 13 anos. Apenas a British Airways e Air France operaram a aeronave comercialmente.

  • ois protótipos (001 e 002) foram produzidos para aperfeiçoamentos no projeto inicial. Mais duas aeronaves foram construídas (101 e 102), como aeronaves de pré-produção, e também serviram para refinar o projeto, de forma a aproximá-lo da configuração ideal para o serviço comercial. Foram feitas alterações no projeto dos motores, ensaios de rolagem em pista molhada, ensaios de altitude, em altas e baixas temperaturas e testes de sistemas e componentes com as novas tecnologias que estavam surgindo, como reversores e freios de carbono. Também foi reprojetada a seção de nariz, com inclinação para uma melhor visibilidade do piloto. As unidades 201 e 202 também nunca entraram em serviço comercial, sendo utilizadas em testes como as anteriores, como treinamento da tripulação, testes de rotas, de resistência, refinamento técnico e desenvolvimento. Portanto, das vinte unidades produzidas, apenas quatorze operaram comercialmente, sete pela British Airways e sete pela Air France.

Dos vinte Concordes produzidos, dezessete estão expostos (um na fábrica da Airbus, em Toulouse, quatro em aeroportos e doze em museus aeroespaciais).

        AIRBUS         

  • o A318 é o menor avião comercial produzido pela Airbus. O que pouca gente tomou conhecimento é que o fabricante europeu estudou a possibilidade de produzir aeronaves ainda menores. Diante da redução do tamanho do A320 para produzir o A319 e a previsão de uma versão ainda menor, surgiram as brincadeiras, como o lançamento do A307, tão pequeno que dava lugar a comentários como "a melhor estratégia de vendas seria anunciar que a aeronave teria 44,4 kN (10.000 lbf) de empuxo por passageiro", "bem-vindos ao futuro: A307, o maior desperdiço de alumínio", "pelo menos poderá planar até um aeroporto em caso de pane; a envergadura deverá ser duas vezes maior do que o comprimento da fuselagem", "o A307 faz com que o BAe 146 pareça bonito" ou, até, "A307, onde cada fileira terá uma porta de emergência".

     Brincadeiras à parte, no final dos anos 1990, com o A318, a Airbus atingiu tecnicamente o máximo de possibilidades de encurtar o A320 (basta considerar, entre outros, os problemas que o consórcio europeu teve com a deriva). Com um avião ainda menor, o fabricante poderia ter atacado o mercado regional, mas isso exigiria o projeto de uma aeronave totalmente nova, o que demandaria grande investimento, impossível de fazer naquele momento com o gigantesco A380 em desenvolvimento. Ainda assim, em meados da última década do século passado, tiveram início estudos entre Aviation Industries da China (AVIC), Singapore Technologies Aerospace, Alenia e Airbus para uma família de jatos com capacidade para 95 a 125 passageiros. O programa foi chamado de AE31X e compreenderia o AE316, com 95 assentos e o AE317 para 115 a 125 passageiros, em fileiras 2+3 que, se não fosse por isso, seriam muito parecidos, além de concorrentes, da família Embraer 170/190.


Boeing

Da onde a Boeing tira os números dos seus aviões?

A Boeing sempre colocou números sequenciais em seus modelos por décadas, assim como os outros fabricantes, e o número do modelo virava o nome popular: Modelo 40, Modelo 80, Modelo 247, Modelo 307 Stratoliner e Model 377 Stratocruiser são exemplos.

  • s versões militares da Boeings são mais lembrados pelas suas designações militares, como o B-17 Flying Fortress ou o B-52 Stratofortress. Estes modelos também tiveram números de modelo no batismo, o B-17 era o Boeing Model 299 e o B-52 era o Boeing Model 454.

Logo depois da segunda guerra, A Boeing era uma companhia militar. William Allen, então presidente na época, decidiu que a companhia precisava expandir também para o mercado da aviação comercial, dominado pela Douglas, e ao mesmo tempo iniciar o desenvolvimento de mísseis e naves espaciais.

Para suportar essa diversificação estratégica, o departamento de engenharia dividiu os números dos modelos em blocos de 100 para cada novo produto. 300 e 400 continuariam a representar aeronaves militares, 500 seria para motores, 600 para foguetes e mísseis e 700 seriam usados para aeronaves a jato de uso comercial ou de transporte.

A empresa desenvolveu então o primeiro jato grande de asa enflechada: o B-47. Aquela aeronave despertou o interesse em algumas empresas aéreas, em particular a PanAm, que perguntou à Boeing a possibilidade de transformar o bombardeiro em jato de passageiros.

A fabricante desenvolveu então várias versões do modelo 367 e finalmente a versão 367-80 foi selecionada para produção, e foi batizada de "Dash 80."

A Boeing calculou os riscos de financiar, desenvolver e construir o protótipo do Dash 80 com dinheiro próprio. A meta era colocar a aeronave em produção como um tanker da Força Aérea e ao mesmo tempo um jato comercial, isto diminuiria o risco de prejuízos.

Uma vez que o Dash 80 seria um jato de transporte, o número de modelo a ser usado seria na casa dos 700. O departamento de marketing decidiu que "Model 700″ não tinha um grande apelo comercial para ser o primeiro jato de passageiros da companhia, então decidiram pular uns números e ir direto ao 707 porque a repetição dos números causava mais impacto. A versão do tanker foi batizada como 717 e como era um modelo militar, teve a designação de KC-135.

  • epois que o 717 foi designado para o KC-135, o departamento de marketing decidiu que todos os outros números que começassem ou terminassem com 7 seriam exclusivos para aviões comerciais (depois que a McDonnell Douglas foi adquirida no final dos anos 90, o número 717 foi reusado para identificar os MD-95 como parte da família Boeing de aeronaves a jato).

Desde o primeiro "7", todos os aviões comerciais da Boeing foram nomeados em sucessão baseado na fórmula 7×7, ou seja: 727, 737, 747 até o atual 787....só tem mais uma vaga para um novo avião, até encontrarem outra fórmula.


             A maior fabrica de aviões do mudo ao arredores de Seattle 

        Embora a Boeing tenha sido fundada em Seattle em 1916 por William E. Boeing. Desde 2001 a empresa está oficialmente sediada em Chicago. Hoje, mesmo estando presente em diversos estados americanos e até mesmo em outros países do mundo, é no estado de Washington que a empresa mantém suas raízes e algumas de suas principais unidades. 

      Como é o caso da Boeing Everett Factory. Localizada no município de Everett, uma cidade de pouco mais de 100.000 habitantes a cerca de 40 km ao norte do centro de Seattle. Lá os amantes e curiosos da aviação podem participar de um interessantíssimo tour de 90 minutos de duração pelo interior da fábrica.

Considerada a maior e mais importante fábrica do grupo Boeing, A Boeing Everett Factory ainda ostenta o título de maior edifício em capacidade de armazenagem do mundo. São mais de 13.3 milhões de metros cúbicos de área coberta. O que a título de comparação seria o suficiente para acomodar cerca de 14 Empire State Buildingsdeitados lado a lado sob o teto da fábrica. 


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